Quinta-feira, Setembro 14, 2006

 

Notícia publicada no site Turisver de Portugal

Novo conceito para reuniões no Dom Pedro Lisboa Palace

O hotel Dom Pedro Lisboa Palace acaba de lançar um novo conceito para reuniões, o Zen Meeting, de que podem desfrutar todos aqueles que escolhem o hotel para ali realizarem as suas reuniões.Segundo um comunicado da unidade hoteleira do Grupo Dom Pedro, o conceito Zen Meeting é inédito, tanto em Portugal como na Europa. O objectivo é fazer com que os clientes executivos que escolhem aquele hotel de Lisboa para ali realizarem as suas reuniões e eventos se sintam "mais inspirados" de uma forma fisicamente saudável.

Aos clientes do segmento de reuniões, ficarão assim acessíveis vários tipos de massagens que contribuem para lhes retirar o cansaço próprio de quem passa horas sentado a uma mesa. Além disso, os tradicionais coffee-breaks serão substituídos por chás revitalizantes acompanhados de mini crepes mistura asiática ou algumas outras opções de temática oriental.

No âmbito deste novo conceito mudam também as sugestões para o almoço, que passam agora por sushi, sashimi e outros pratos orientais.

De acordo com o hotel, as reuniões podem também incluir cursos de massagens aulas de ioga, Qi Kung e Tai Chi. Tudo isto num ambiente que segue o equilíbrio dos princípios de Feng Shui.
14/09/2006

Terça-feira, Setembro 12, 2006

 

Notícia sobre Feng Shui publicada no Portal da Administração

Ambiente "zen" faz empresa crescer 80%
12.09.06 [10:52]

Empresa de tecnologia adota política de humanização e valorização dos funcionários e cresce 80%. Só na construção da nova sede foram investidos cerca de US$ 2 milhões.
Além de adotar o Feng Shui, Apdata oferece aos funcionários capela ecumênica, fumodrómo, academia, jardim de inverno, sala de cromoterapia e massagem de estudo.
Depois de adotar essas práticas, o nível de produtividade dos funcionários aumentou 85%, enquanto a rotatividade caiu para praticamente zero.
Investir no crescimento e na valorização dos funcionários gera resultados. Prova disso são as estatísticas conquistadas pela empresa de tecnologia na área de recursos humanos, Apdata. Em apenas três anos, a organização aumentou seu faturamento em 80%, aumentando também seu número de funcionários, ou seja, talentos como a empresa prefere chamá-los, indo de 50 para cerca de 200 pessoas.
Com uma visão diferenciada do mercado, a empresa adotou uma política efetiva de humanização e valorização de seus colaboradores. “Investimos cerca de US$ 2 milhões na construção da sede na Zona Leste, já que a maioria dos colaborados residem na região. Além disso, todos os espaços da empresa foram estruturados com base nos conceitos da arte chinesa Feng Shui, readequando objetos, cores, buscando harmonia e bem-estar aos talentos”, afirma a diretora executiva da Apdata, Luiza Nizoli. Ainda de acordo com a pesquisa realizada pela Galluo Organization, nos Estados Unidos, os fatores ligados aos aspectos físicos do ambiente de trabalho realmente podem influenciar em até 86% no nível de engajamento dos funcionários.
Hoje além dos escritórios, a empresa oferece aos colaboradores uma área de convivência com refeitório, capela ecumênica, academia de ginástica, sala de cromoterapia e massagem de estudo, jardim de inverno, fumodrómo e até churrasqueira. Além de contarem com os benefícios tradicionais, eles também têm participação nas decisões da empresa e possuem um canal aberto para manifestar idéias e sugestões sobre melhoramentos nos processos de trabalho, práticas que de acordo com uma pesquisa interna aumentou o nível de produtividade em 85% enquanto a o turnover (rotatividade) caiu para praticamente zero. “Tão importante quanto oferecermos alta tecnologia ao mercado é gerarmos bem-estar nos ambientes empresariais, fazendo com que as pessoas se sintam motivadas e satisfeitas. Isso gera produtividade e eficiência”, conclui Luíza.

Segunda-feira, Setembro 11, 2006

 

Pensar em ameixas para matar a sede


Pensar em ameixas para matar a sede

08/09/2006 - 15:02:21

Quando alguém tem um sonho impossível de realizar, e tenta convencer-se - ou são os outros a tentar convencê-lo - de que as suas esperanças se tornarão realidade, os chineses com uma certa cultura utilizam, para se referirem a esta situação, por vezes de forma jocosa, o provérbio Pensar em ameixas para matar a sede.
O provérbio tem origem na história dum conhecido estratega da Antiguidade chinesa.
Durante o período dos Três Reinos (220-280 antes da nossa era), houve um estratega famoso chamado Cao Cao, muito inteligente e ainda hoje recordado pelos chineses, sejam eles homens ou mulheres, velhos ou crianças.
Certa vez, Cao Cao encontrava-se no comando das suas tropas, numa extenuante retirada. O calor era sufocante. Os soldados morriam de sede e não havia nas proximidades nenhum poço, riacho ou fonte.
O ritmo da marcha diminuía. O inimigo vinha-lhes no encalço, e a situação era cada vez mais crítica. O que fazer?
O estratega Cao Cao, a cavalo, tomou a dianteira e, apontando om o chicote para determinado lugar, gritou para os seus homens:
-Atenção, soldados! Há ali um pomar de ameixoeiras, cheio de ameixas verdes e ácidas! Vamos depressa, para as comermos sem demora e assim matarmos a sede!
Desta forma, aproveitando a reação instintiva que qualquer homem teria nessas circunstâncias ? de se apressar para mais rapidamente saciar a sede que o atormentava ? hábil general conseguiu manter acelerado o ritmo da marcha.
Desta lenda nasceu o provérbio Pensar em ameixas para matar a sede.
Exemplo duma situação em que este pode ser utilizado é o caso de alguém que vive na miséria, sem dinheiro sequer para o pão de cada dia. Há então alguém que diz: Não se preocupe, meu amigo. Mais cedo ou mais tarde, há-de viver como um milionário: terá casa própria, e de luxo, e acabará por se fartar das melhores bebidas e das mais delicadas iguarias.
Não zombe de mim, meu amigo, responde o outro. O que me está dizendo é para Pensar em ameixas para matar a sede.
Fonte: CRI Online - China Radio Internacional

Terça-feira, Setembro 05, 2006

 

Hexagrama da Semana


Hexagrama 8 - Pi

"A tranqüilidade interna, quando unida à alegria externa, faz com que a alegria não se exceda, mas permaneça dentro dos limites corretos. Este é o sentido da advertência: "A perseverança é favorável." - pois é através da perseverança que se diferencia o seduzir do cortejar, no qual o homem forte coloca-se abaixo da jovem fraca, mostrando-lhe consideração. Esta atração entre os afins é uma lei universal da natureza. O céu e a terra atraem-se um ao outro e assim todos os seres vêm à existência. O sábio influencia os homens graças à atração que exerce sobre os seus corações, e assim o mundo alcança a paz."

Domingo, Setembro 03, 2006

 

Notícia publicada no Jornal online Planeta News de Olímpia - SP

Câmara tem jardim-de-inverno e ‘Feng Shui’

02/09/06

A nova ala da Câmara Municipal, construída para abrigar as oito novas salas para vereadores tem, além dos gabinetes propriamente ditos, um jardim-de-inverno, com cobertura transparente sobre o corredor, e um espaço com água fluindo que remete ao estilo feng shui, modismo de origem chinesa que se espalhou pelo Brasil há alguns anos. As salas já foram distribuídas aos vereadores e devem ser entregues oficialmente após as eleições. A nova ala da Câmara vem sendo a coqueluche da presidência e assessores, que não se cansam de elogiá-la. Mas, por enquanto as salas só possuem escrivaninhas e cadeiras usadas. Na sala do vereador Humberto José Puttini, porém, além da escrivaninha tem uma mesa redonda com cadeiras, uma poltrona e um armário de aço; na de Marco Parolim de Carvalho, duas escrivaninhas, um sofá e cadeiras; e na de Valter Bitencourt, um sofá, uma mesa, um armário de madeira e mesinha com garrafa de café, tudo ainda de forma improvisada. Mas as salas não estão prontas. Falta ainda fazer o acabamento e dotá-las de sistemas telefônico e de informática. E, claro, de móveis novos. Além da porta de acesso ao corredor, há uma outra, que dá acesso à sala de espera do Gabinete da presidência e, dali, para o corredor principal da Câmara. A expectativa do presidente da Casa, Eugênio José Zuliani, é entregar as salas, oficialmente, após as eleições. As salas ficam à direita do corredor, observado por quem entra nele, nesta ordem: Bitencourt, Carvalho, José Elias Morais, João Magalhães, Puttini, Francisco Ruiz, Dirceu Bertoco e, no fim do corredor, a de Antônio Delomodarme. No sistema feng shui citado, um interruptor liga o sistema de água, que passa a escorrer de uma jarra grande, que fica “deitada” sobre um toco de madeira, e cai sobre um prato de cimento, também grande, e é despejada numa pequena piscina forrada de pedras marinhas brancas e outras mais escuras. Fala-se até em colocar peixinhos no local, que ainda tem um sistema de iluminação noturno “focado” no jardim. A propósito, estabelecendo uma relação yin/yang, os ideogramas Feng e Shui (respectivamente Vento e Água) representam o conhecimento das forças necessárias para conservar as influências positivas presentes em um espaço e redirecionar as negativas de modo a beneficiar seus usuários.

Terça-feira, Agosto 29, 2006

 

Notícia publicada no periódico Ponto Final de Macau

A guerra dos casinos já começou

29/08/06 - 18:33

A batalha dos planos arquitectónicos já foi travada, a das obras está a ser. Parece que o Grand Lisboa leva a melhor. Mas a guerra está longe de ganha. Há que esperar até 2010 para saber quem manda “a sério” nos casinos de Macau.
Quem não ouviu falar de Feng Shui, prática anciã chinesa para organizar e arranjar espaços, em casa ou no local de trabalho, em harmonia com a Natureza e de acordo com as aspirações dos seus ocupantes? Uma consulta com um especialista reputado pode custar milhões de Patacas. Se os clientes forem patrões do jogo e em causa estiver “o lugar” ao sol, estaremos a falar de quantias astronómicas. O PONTO FINAL procurou dois geomantes de Macau, com fama e reputação, para nos explicar o que está bem e o que está mal na nova geografia do jogo. O resultado é, no mínimo, curioso. A luta promete ser feroz e uma conclusão já pode ser tirada: a generosidade da Natureza não é para todos, é para quem paga mais.Com a abertura do Sands em Macau, m 2004, vaticinou-se o fim de uma era para o magnata do jogo, Stanley Ho. O fim de uma era não significa que não haja outra nova a emergir. Embora a vida fosse bem mais simples para o patrão da SJM quando detinha o monopólio, houve sempre uma preocupação com as questões do Feng Shui. O magnata não dava um passo sem saber se “era o certo”. Hoje, mais do que nunca, apalpa bem o terreno antes de o pisar.
O Hotel Lisboa é um dos maiores exemplos dessa fé: a entrada principal é um morcego do avesso. Um animal que chupa o sangue “traduz-se” num animal que chupa o dinheiro. A Ponte Nobre de Carvalho canaliza o dinheiro directamente para a porta do seu casino, a escadaria indica por onde entrar. Stanley Ho sempre soube “alinhar-se” com a Natureza para “ganhar dinheiro”, mas agora tem um “pequeno” problema - os “outros” também se “alinharam” e a guerra declarou-se. Isto porque a disposição de um casino influencia a sorte do outro, esse “outro” vai, por sua vez, “mexer-se” para alterar a influência negativa que o novo traz, e por aí fora, até onde a sede de dinheiro os levar e o seu próprio dinheiro os deixar ir.

Grand Lisboa tem mau nome.

A construção do casino de Steve Wynn, praticamente em frente, “entalou” o Hotel Lisboa, já que do outro lado tem o Banco da China. O velhinho Lisboa está a ser “esmagado” por todos os lados. Mas é um “ganho” de pouca dura, já que a planeada construção do Grand Lisboa, ao lado do velho, mais alto que o Banco da China e infinitamente maior do que o Wynn, vai “reequilibrar” o Feng Shui a favor da SJM. O Hotel Lisboa é agora um “anão” ao pé dos outros. A “estratégia de salvamento” mais óbvia, para o mestre Cheang Kwai Sang era, sem dúvida, a construção de um outro, maior e mais imponente mesmo ao lado. E o projecto final do edifício é “uma ideia genial”, garante o geomante.
Com loja na ilha da Taipa e uma colecção de fotografias com gente famosa nas paredes, Cheang está há mais de 30 anos em Macau e teve tempo para “observar as “movimentações” ao longo desses anos. O mestre, como o próprio se apresenta, não esconde um certo interesse pelos “acidentes previstos à nascença” - numa das paredes do escritório onde recebe os clientes tem recortes de jornais com acontecimentos que sabia que “iam acontecer” ou que eram tão óbvios que aconteceram apesar de não conhecer as vítimas. Acidentes de carro principalmente. Isto porque, defende e com convicção, os nomes e as datas de nascimento das pessoas dizem tudo sobre a profissão que devem seguir e as datas onde “coisas más e coisas boas” vão acontecer. Os nomes, entenda-se, devem ser em chinês. Assim sendo, quanto ao novo equilíbrio entre os casinos, o mestre não tem dúvidas em como o Grand Lisboa vai ser mesmo grande. Mas não há bela sem senão. O Grand Lisboa devia mudar de nome. Passar a Ouro Lisboa, porquê? Grand Lisboa foi o nome escolhido pela SJM em inglês, o nome em cantonense quer dizer Novo Lisboa. Os três caracteres de San Pou Keng escrevem-se com 36 traços. Mau agoiro! Na linguagem que o mestre domina, esse número associado ao nome significa “dificuldade e complicação” e sugere uma mudança bem ao gosto dos chineses – “Ouro Lisboa”. Para além da razão óbvia existe o facto de Kam Pou Keng escrever-se com 31 traços - “muito bom!, significa força, liderança, comando!”. Bem ao estilo do que Stanley Ho cultiva. (Por culpa do repórter os nomes Wynn e Sands não foram analisados pelo mestre Cheang, mas em cantonense eles soam muito bem, especialmente o Sands, que traduzido para português quer dizer “Areia de Ouro”.)

Wynn devia ser centro cultural.

Ainda de acordo com o mestre, o edifício do casino de Steve Wynn parece uma mão de lado, que tapa a vista do velho Lisboa de olhos postos na água. (Em cantonense água significa também dinheiro.) A forma ligeiramente curvada do Wynn também tem a ver com água. Tudo o que é redondo está relacionado com esse bem duplamente precioso, garante-nos Cheang, mas a curva do Wynn “é um redondo falso” (não encontrámos melhor tradução para a ideia), é uma forma má para o negócio, mas boa para edifícios governamentais, museus, bibliotecas ou estruturas relacionadas com a cultura. A forma não parece incomodar Steve Wynn, que se aconselhou com outros “mestres” e decidiu escolher, para a inauguração do seu casino, a meia noite do dia seis. Mas o outro especialista na matéria, Si Tou, também mestre do Feng Shui, com obra publicada e grande lista de espera para as suas consultas, afirma que o Wynn tem muito bom Feng Shui, tal como a MGM, e que a rotunda frente à porta do casino de Steve Wynn é um bom elemento se tivermos em consideração a forma curvada da “mão” que “agarra” o dinheiro que circule nas redondezas, mas a fachada principal orientada para noroeste indica que em 2007 poderão acontecer “coisas más” ao casino. Mas nada que lhe tire o negócio garantido para os próximos dois anos, o mesmo que está “reservado” para o Sands e a SJM.

Não há melhor do que uma rã sobre uma bola de discoteca gigante.

Apesar do mau nome, o bom Feng Shui do Grand Lisboa ninguém tira. Os dois “mestres” que consultámos estão de acordo sobre o sucesso da nova menina dos olhos de Stanley Ho. O mestre Cheang, da Taipa, considera que a “pérola”, edificação que vai ficar na base do edifício, por alguns chamado “o ovo”, por outros “a bola”, é uma excelente ideia porque faz o conjunto parecer “uma mão que agarra na pérola”. Há quem diga que é uma “flor de Lótus que nasce do ovo”. Para Cheang, ao pé da “pérola” devia ser colocada uma fonte que projectasse água na direcção do edifício. “Seria muito bom”. No entanto a nova construção está demasiado próxima do Banco da China, “a rua é estreita” – o mestre afirma que um edifício “imponente” como o Grand Lisboa devia ter uma praça à frente e ruas largas. “Áreas grandes para equilibrar o conjunto. Como uma praça à sua frente ia melhorar muito o Feng Shui!”.
Já Si Tou vê as coisas de outra forma. O Grand Lisboa vai “transferir” o bom Feng Shui para o velho. “O objectivo é permitir ao Hotel Lisboa manter os objectivos de sempre”, já que o Wynn desenvolveu o seu plano tendo em conta o edifício do Hotel Lisboa, o novo Lisboa tem todas as “cartas” na mão. Também de acordo com Si Tou, o Grand Lisboa é uma “pérola” e o Wynn uma mão, “ora essa mão vai suster sempre a pérola”. Traduzido quer dizer que quanto mais o Wynn ganhar mais o Lisboa vai receber. Porque o Wynn, enquanto “mão”, poderia agarrar na “pérola” e ganhar, mas por trás da “pérola” está o edifício muito alto que o Wynn não consegue vencer. A vitória da SJM está garantida! Mas para atingir o auge do Feng Shui a “pérola” devia ser transformada numa bola de discoteca, garante Si Tou. “Se a estrutura estivesse coberta de cristais ou vidro, como as bolas das discotecas, os múltiplos reflexos afastariam tudo de mau que se aproximasse. E se os cristais ou vidros coordenados com projectores conseguissem criar a sensação de movimento à pérola seria o melhor que se pode ter!”. Esse bom Feng Shui, garante o autor de vários livros sobre a matéria e de um livro que ensina os jogadores de casinos a “enganar” a má sorte, seria transmitido a toda a área circundante (excepto o Wynn, claro está). Se haverá bola de discoteca à porta do novo Lisboa vamos todos ter de esperar para ver, mas haverá sim, de acordo com o nosso mestre Si, uma rã - à semelhança do morcego do outro lado da rua. A rã faz parte desses animais que no Feng Shui são considerados “chupadores de dinheiro”. Aliás, o mestre aconselha todos nós a colocarmos uma rã (dessas chinesas com uma moeda na boca) virada para o mar ou água, numa janela ou varanda da casa ou escritório!

Venetian tem mãos em concha e espada à cabeça.

Com a sorte do Grand Lisboa traçada, decidimos passar aos outros concorrentes. O casino MGM Macau, por trás do Wynn, com inauguração prevista para 2007, tem boas estrelas da sorte, diz Si Tou. O mestre pouco acrescentou sobre este casino, mas avançou com um vaticínio: quando o MGM abrir e se juntar ao Grand Lisboa, o Wynn vai “tremer”!. O MGM é fruto de uma parceria entre a MGM de Las Vegas e a Shun Tak, de Pansy Ho, filha de Staney Ho. Provavelmente pai e filha recorreram aos mesmos mestres do Feng Shui. Já dizia Cheang, mestre da Taipa, que em 2007 o Wynn ia ter problemas.... Quanto ao Venetian, que está a ser construído no COTAI, parece duas “mãos em forma de concha”, o que é muito bom, garante Si Tou que parece conhecer todos os projectos de quase todos os casinos de Macau. Essa forma de “mãos em concha” permite ao casino recolher a “água” e a ventura trazida pelos viajantes que aterram no aeroporto de Macau. Isso quer dizer que o “pobre” Melco, que está a ser construído à frente do Venetian não terá muitas sobras. “Por muito que o Melco trabalhe, o Venetian levará a melhor. Mas como as obras decorrem ainda, o Melco tem tempo para “corrigir” o problema, “mas vai ser difícil encontrar uma solução”, diz Si Tou sem grande esperança. O Galaxy no COTAI, embora não passe de um enorme “buraco”, não é desconhecido do mestre-escritor. Si Tou viu “uns planos” e ficou-lhe a forma em espada do edifício na cabeça. “Haverá uma espécie de espada dirigida ao Venetian”, afirmou. Essa espada “cortaria” a fonte ao vizinho, mas apenas se for bem feita. “A construção dessa forma tem de ser muito bem feita senão pode virar-se o efeito contra si próprio”, adverte. Se o Galaxy não tiver cuidado acabará por estar a ajudar o Venetian a tornar-se num dos maiores casinos em Macau e acabar com toda a concorrência. Mas os maus anúncios não ficam por aqui: “Neste momento há três vencedores, mas no final só haverá um. Entre 2009 e 2010 haverá grandes mudanças, o vencedor será conhecido aí”.

Como enganar um casino?

Antes de se despedir, Si Tou deixou algumas “dicas” para os jogadores darem a volta ao esquema montado pelos casinos. O chamado 70/30. Setenta por cento de vitória da casa, 30 por cento para os jogadores. “Os jogadores têm de ganhar alguma coisa de vez em quando, senão quem vai aos casinos que só dão dinheiro à casa?”.

De acordo com o zodíaco chinês as cores e os acessórios a usar este ano são:

Tigre: Roupa azul ou roxa, acessório de um elemento Terra
Coelho: Verde e roxo, elemento Madeira
Dragão: Cinzento. Elemento Água
Cobra: Amarelo. Elemento Fogo
Cavalo: Branco. Elemento Água
Cabra: Amarelo e Cinzento. Terra
Macaco: Cor de rosa. Elemento Fogo
Galo: Cor de rosa e preto. Elemento Madeira
Cão: Verde e cinzento. Elemento Metal (Ouro)
Porco: Azul. Elemento Fogo
Rato: Preto. Água
Búfalo: Encarnado: Metal (Ouro)

Autora: Joyce Pina

Segunda-feira, Agosto 28, 2006

 

Notícia

Feng Shui
Em apenas três anos, a Apdata, empresa especializada em gestão de Recursos Humanos, cresceu 80% em faturamento e viu seu quadro de funcionários quadruplicar para 200 pessoas. Luiza Nizoli, diretora executiva da empresa, atribui o bom desempenho à prática de Feng Shui nas instalações da sede e à valorização dos empregados.
Lana Pinheiro
Do Diário do Grande ABC
20/08/2006 21h37

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